É proibido colocar o cliente no colo!

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É PROIBIDO COLOCAR O CLIENTE NO COLO!
08/2012
Por: Antônio Braga
Ao ministrar uma palestra sobre Marketing de Relacionamento, um grupo de funcionários de determinada empresa que estava na plateia perguntou se era correta a ideia de que não se deve colocar o cliente no colo, mimá-lo, a fim de evitar que ele se aproveite da relação para levar vantagens. Eles comentaram que essa é a política de sua empresa, mas não se sentem confortáveis em adotá-la.
Esses funcionários comentaram que seus gestores sempre pregam que quem paparica demais os clientes termina sendo mandados por eles, pois vão ficar cada vez mais cheios de direitos. E uma empresa não precisa misturar negócios com intimidade para vender seus produtos!

Aí vem a pergunta: Por que então mandar esses funcionários para uma palestra, onde vão ouvir exatamente o contrário do que a empresa acredita, já que eles não têm autonomia para mudar nada? É por isso que muitos funcionários falam em palestras e treinamentos que seus patrões também deveriam participar, pois muitos deles nem perguntam sobre o que ouviram e aprenderam.

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Meu cliente é mal-acostumado

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MEU CLIENTE É MAL-ACOSTUMADO
07/2012
Por: Antônio Braga

Todo segmento de mercado tem suas particularidades e os vendedores de cada ramo têm argumentos diferentes para essas particularidades. Mas em uma das particularidades há quase unanimidade: “o mau costume dos clientes”. Segundo muitos vendedores, no seu ramo, os clientes só querem comprar com preços baixos e prazos de pagamento dilatados, descontos promocionais e, para completar, só dão o pedido no fim do mês. Se não for assim não há negócio, pois toda a concorrência trabalha desse modo.

Mas quem é o verdadeiro culpado por essa política de vendas? Quem colocou o vício no cliente? Quando se faz esses questionamentos junto a vendedores, têm-se como resposta que esse costume já vem de muito tempo. Os clientes foram viciados pelos concorrentes que não são profissionais, que só sabem trabalhar jogando sujo para ganhar mercado. Mas, vejam que falamos “quase unanimidade”, porque no mercado ainda existe, embora em menor número, o profissional de vendas de verdade. 

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